
Setor · Saúde e Hospitais
PGRSS, licenciamento, efluentes e conformidade sanitário-ambiental para hospitais, clínicas, laboratórios e redes de diagnóstico.
Resposta rápida
A Eva Way elabora e implanta PGRSS conforme RDC 222/2018 e CONAMA 358/2005, conduz licenciamento ambiental de unidades de saúde, estrutura o controle de efluentes laboratoriais, emissões de geradores e caldeiras, e realiza auditorias de conformidade legal com indicadores mensais de segregação e custo de destinação.
Contexto do setor
Unidades de saúde acumulam duas frentes regulatórias que se sobrepõem: vigilância sanitária e órgão ambiental. O mesmo resíduo tratado como infectante pela ANVISA precisa de MTR, destinação licenciada e CDF para o sistema ambiental estadual.
Com o crescimento de redes e a consolidação do setor, cresce também a exigência de due diligence ambiental em fusões e aquisições de hospitais e laboratórios, com foco em passivos de armazenamento, tanques de diesel e efluentes.
Principais desafios
Segregação deficiente eleva o volume de Grupo A e multiplica o custo por quilo tratado.
Planos sem fluxograma real, indicadores e treinamento não sobrevivem a fiscalizações.
Reveladores, fixadores e reagentes exigem segregação e tratamento antes do lançamento.
Emissões, ruído, tanques de diesel e outorga de poços frequentemente ficam irregulares.
Serviços aplicáveis
Classificação A, B, C, D e E, MTR/SINIR, CDF e indicadores de segregação.
Conhecer serviçoLO, outorga, gerador de emergência e cumprimento de condicionantes.
Conhecer serviçoDiagnóstico legal, plano de ação e due diligence para redes e M&A.
Conhecer serviçoCapacitação em segregação, biossegurança e resposta a derramamentos.
Conhecer serviçoMonitoramento de lançamento, poços e conformidade CONAMA 430/2011.
Conhecer serviçoRegulamentações e normas
Diferenciais Eva Way
Sim. O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde é obrigatório pela RDC ANVISA 222/2018 e pela Resolução CONAMA 358/2005, deve ser assinado por responsável técnico e apresentado aos órgãos de vigilância sanitária e ambiental competentes, com revisão periódica.
Grupo A (biológicos), B (químicos, incluindo quimioterápicos e medicamentos vencidos), C (rejeitos radioativos), D (comuns/recicláveis) e E (perfurocortantes). Cada grupo tem acondicionamento, armazenamento, transporte e destinação próprios, com MTR e CDF rastreáveis.
Na maioria dos estados sim, com enquadramento por porte e potencial poluidor. Costumam ser exigidos licenciamento de operação, outorga de poço quando houver captação, autorização para gerador de energia (emissões e ruído) e cadastro no sistema estadual de resíduos.
Efluentes de laboratório, hemodiálise, radiologia (reveladores e fixadores), esterilização e áreas de quimioterapia. Devem atender à CONAMA 430/2011 e às normas da concessionária local, geralmente com segregação, neutralização e, em alguns casos, tratamento prévio dedicado.
A maior economia vem da segregação correta na fonte: reduzir o volume classificado como infectante (Grupo A) diminui diretamente o custo de tratamento por quilo. Treinamento de equipes, indicadores mensais e auditoria interna costumam reduzir de 20% a 40% o custo de destinação.
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