Case · Áreas contaminadas

Reabilitação de área contaminada para galpão logístico em terreno de 42 mil m² no Rio de Janeiro

Terreno com histórico industrial pretérito (mais de 40 anos de operações químicas) seria reconvertido em galpão logístico classe A. A Eva Way executou o ciclo completo de GAC conforme CONAMA 420/09 e protocolos do INEA até o encerramento formal do processo.

Cliente
Operador logístico nacional
Setor
Logística e galpões industriais
Atuação
Rio de Janeiro (INEA)
Serviço
Gerenciamento de Áreas Contaminadas (GAC)

Resultados em números

Métricas auditáveis entregues neste projeto

42.000 m²

área total reabilitada

Investigação confirmatória e detalhada cobrindo todo o terreno destinado ao galpão logístico classe A.

-38%

custo vs. orçamento inicial

Detalhamento da pluma reduziu a área-alvo de remediação e permitiu combinação de técnicas.

9 meses

do diagnóstico ao encerramento

Cronograma compactado por antecipação de etapas e interlocução técnica contínua com o INEA.

100%

metas de reabilitação atingidas

Concentrações abaixo dos valores de referência aplicáveis ao uso logístico definido.

9 meses do diagnóstico ao encerramento no INEA 42.000 m² · 38 poços de monitoramento · 5 hot spots remediados · ISCO + MNA

Contexto e desafio

Histórico industrial e prazo crítico de obra

Terreno com mais de 40 anos de operações químicas pretéritas, sem documentação completa sobre tanques enterrados, áreas de manuseio e descarte histórico.

Prazo de obra contratualmente firmado: o cliente precisava do galpão entregue em 14 meses, o que exigia compressão máxima do ciclo de reabilitação ambiental.

Risco de bloqueio do licenciamento de construção pela prefeitura caso o passivo ambiental não fosse formalmente encerrado pelo INEA antes do início das obras.

Solução técnica

Ciclo GAC completo orquestrado em 9 meses

Avaliação Preliminar (AP) baseada em fotos aéreas históricas, plantas antigas e entrevistas com ex-trabalhadores para construir um modelo conceitual de áreas suspeitas confiável.

Investigação Confirmatória (IC) e Detalhada (ID) com 38 poços de monitoramento, sondagens com amostragem contínua e análise por laboratório acreditado (ISO/IEC 17025).

Avaliação de Risco à Saúde Humana (ARH) baseada no uso futuro logístico/industrial, demonstrando ao INEA que parte da pluma não exigia intervenção ativa.

Plano de intervenção combinado: ISCO (oxidação química in situ) em 5 hot spots e Atenuação Natural Monitorada (MNA) na porção da pluma com baixa mobilidade.

Protocolo de encerramento com matriz de evidências, monitoramento pós-encerramento de 5 anos definido com o órgão e termo de reabilitação para uso logístico emitido.

Linha do tempo do projeto

Etapas executadas em ordem

  1. M0 — M1

    Avaliação Preliminar (AP)

    Modelo conceitual, áreas suspeitas e plano de investigação aprovado pelo INEA.

  2. M2 — M4

    Investigação Confirmatória + Detalhada

    38 poços de monitoramento, sondagens e caracterização completa da pluma.

  3. M5 — M6

    Avaliação de Risco (ARH) e plano de intervenção

    Definição das metas de reabilitação por uso logístico e da combinação ISCO + MNA.

  4. M7 — M8

    Execução da remediação

    ISCO nos 5 hot spots, com validação por amostragem pós-intervenção.

  5. M9

    Encerramento e termo de reabilitação

    Protocolo final no INEA, monitoramento pós-encerramento definido e liberação para obra.

Resultados entregues

Impacto técnico e de negócio

Provas e evidências

  • Termo de reabilitação emitido pelo INEA (sob NDA).
  • Laudos analíticos de laboratório acreditado ISO/IEC 17025.
  • Relatórios técnicos de AP, IC, ID, ARH e intervenção assinados por geólogo/eng. ambiental com ART.
  • Histórico de protocolos e respostas a exigências do INEA arquivado.

Perguntas frequentes sobre este case

O processo seguiu a CONAMA 420/09 e a resolução INEA aplicável?

+

Sim. Todas as etapas (AP, IC, ID, ARH e plano de intervenção) foram executadas conforme CONAMA 420/09 e diretrizes do INEA, com profissionais habilitados emitindo ART e relatórios técnicos formais.

Como a Eva Way reduziu o custo em 38% versus o orçamento inicial?

+

Por meio de uma investigação detalhada bem-dimensionada que reduziu a área-alvo de remediação, pela combinação de técnicas (atenuação natural monitorada para parte da pluma e ISCO para hot spots) e por negociação técnica com o INEA sobre metas de reabilitação compatíveis com o uso futuro.

Esse modelo serve para outros galpões e operações logísticas?

+

Sim. O modelo de avaliação de risco baseado em uso (residencial, comercial, industrial, logístico) é diretamente aplicável a galpões, terminais, centros de distribuição e áreas industriais reconvertidas em todo o Brasil.

Por quanto tempo é necessário monitoramento pós-encerramento?

+

No caso, foi negociado um monitoramento pós-encerramento de 5 anos com poços-sentinela e amostragem semestral, conforme rito do INEA. Em outros estados, o prazo pode variar de 3 a 10 anos.

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Diagnóstico gratuito

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Case publicado com autorização do cliente. Razão social, endereço exato, contaminantes e valores absolutos anonimizados; métricas relativas e prazos preservados.